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Sáb, 03 de Junho de 2017 20:52

O PODEROSO SENHOR MERCADO

Escrito por Haroldo Figueira
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“Todo o poder emana do povo, que o exercerá por meio de representantes eleitos ou diretamente...” Assim preconiza o parágrafo único, do Artigo Primeiro, da Constituição Federal de 1988. Esse preceito basilar da democracia insculpido na Carta Magna está ameaçado de virar letra morta. Ou já virou e ninguém se deu conta. Ao que tudo indica, quem diz o que o governo deve ou não fazer é um ente incorpóreo chamado mercado. O ente é virtual, mas quem de fato o domina e fala em seu nome são pessoas de carne e osso, no caso as donas do capital. O mercado exige reformas; sem a anuência do mercado não dá para tocar este ou aquele projeto governamental; não se deve contrariar a vontade do mercado; ouvem-se, rotineiramente, muitas expressões desse tipo formuladas por autoridades e especialistas em economia. Confiram o que disse, a propósito, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo…
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            Sou contra a ditadura, contra qualquer forma de regime que negue os direitos fundamentais de qualquer cidadão, que oprima o povo, que use o dinheiro público para manter uma pequena elite no poder, pois senti na pele os efeitos nocivos do regime militar que se implantou no Brasil, a partir de 1964.             Meu inesquecível e saudoso pai, senhor Adenyl Paixão Vieira, foi um dos fundadores do Diretório Municipal do Movimento Democrático Brasileiro – MDB, na segunda metade da década de 60 e, posteriormente, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB, na segunda metade da década de 80, fazendo ferrenha oposição ao regime.             Durante esse período, ocupou quatro mandatos de Vereador outorgados pelo povo obidense, assumindo na Câmara um posicionamento de defesa dos direitos do povo oprimido, chegando por isso, a ser agredido fisicamente dentro do Poder Legislativo. Foi demitido do cargo de Técnico em Telefonia da…
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Qua, 26 de Abril de 2017 16:16

INCRIVELMENTE BONS

Escrito por Haroldo Figueira
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Eles surgiram no período culturalmente rico dos anos 1960. Conquistaram o público no embalo do movimento da Jovem Guarda. Não se constituíam em mais do mesmo, porém. Apesar de algumas afinidades – ambos tocavam rock and roll - havia claras diferenças de estilo. A meu ver, a turma liderada por Roberto Carlos, então em início de carreira, exibia um trabalho musical menos elaborado. Conhecido, inicialmente, como “The Clevers”, o grupo logo precisou mudar de nome por conta da falta de acordo com o empresário Antônio Aguilar, o dono da marca. Para ser mais objetivo, estou me reportando à banda “Os Incríveis”, de São Paulo, que, durante pouco mais de uma década, brindou-nos com um portfólio de melodias maravilhoso, bom de ouvir e de dançar. Dela faziam parte Domingos Orlando, o “Mingo” (voz e guitarra); Waldemar Mozema, o “Risonho” (voz e guitarra); Antônio Rosa Seixas, o “Manito” teclado, vocal e sax);…
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Seg, 27 de Março de 2017 16:36

FLORES À BEIRA DO CAMINHO

Escrito por Haroldo Figueira
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Como quase todas as pessoas que reconhecem nas atividades físicas, mais que um método eficiente para manter o corpo em forma, uma necessidade para se viver com saúde, procuro exercitar-me regularmente. Há, porém, os exercícios que faço com prazer e aqueles que executo movido pelo sentimento de obrigação. Dentre os primeiros, estão as caminhadas. Empreendê-las, no entanto, em ambientes fechados, utilizando-me das esteiras ergométricas, não é lá muito do meu agrado. Acho a alternativa entediante. Prefiro caminhar a céu aberto, utilizando-me de trajetos diversificados que defino às vezes previamente, às vezes de forma aleatória. Sinto-me mais à vontade quando posso, tanto na ida quanto na volta, percorrê-los de um só estirão. Tenho minhas razões para achar melhor sair andando por aí. Enquanto caminho, dou liberdade ao pensamento, faço planos, resolvo problemas e até concebo muitos dos artigos que escrevo. Aproveito, também, para ouvir música através de fones de ouvido conectados…
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Qui, 16 de Março de 2017 12:37

NEPOTISMO E CORRUPÇÃO

Escrito por Célio Simões
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Eu era ainda um esforçado estudante do curso de Direito quando assisti uma palestra do ex-governador do Pará (que seria ministro do trabalho, da educação, da previdência social, da justiça e presidente do Senado Federal), coronel Jarbas Passarinho, quando ele fez uma interessante abordagem da origem, no Brasil, dessa verdadeira praga entranhada na administração pública que é o nepotismo, seja direto ou cruzado. Disse o famoso político que a mais remota lembrança que se tem dessa perniciosa prática remonta ao descobrimento, quando Pero Vaz de Caminha, em missiva ao rei de Portugal, não se constrangeu em pedir um cargo para o genro, que seria remunerado, naturalmente, pela contribuição compulsória dos nativos da nova colônia, vítimas futuras de escorchantes taxas e impostos ditados pela Coroa, que nos idos de 1789 desaguou na Inconfidência Mineira, um dos mais relevantes movimentos sociais da história do Brasil. Se conseguiu ou não a nomeação, o…
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Sáb, 18 de Fevereiro de 2017 10:04

A COMIDA DA MAMÃE

Escrito por Haroldo Figueira
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Entre as lembranças que guardamos para a vida toda, a comida preparada pelas nossas mães ocupa lugar de destaque. Difícil não recordar daquela boia, geralmente simples, mas que, talvez pelo fato de ter sido produzida por pessoas que amamos muito, agregue diferencial afetivo ao valor gustativo ou, até, porque fomos criados aprendendo a saboreá-la, inscreveu-se de forma indelével em nossa memóriaTal opinião não é exclusivamente minha. Com efeito, quem já não ouviu narrativas de homens e mulheres que, após um período de ausência, ao retornarem ao lar de sua infância e juventude deleitaram-se não só com a oportunidade de matar as saudades dos seus genitores, mas também a de experimentar novamente as memoráveis comidinhas da mamãe, até mesmo as mais frugais como um feijão, uma sopa, um macarrão ou uma salada?Aliás, não preciso dar tratos à bola para convencer-me da consistência dessa tese. Meus filhos, por exemplo, quando a mãe…
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Qui, 19 de Janeiro de 2017 09:16

O BLOCO DO LAGUNA AZUL

Escrito por Eduardo Dias
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                Era o ano de 1972, a cidade de Óbidos vivia as agruras do regime militar, já havia perdido o destacamento do Exército e o Colégio das Freiras, mas a cultura popular continuava efervescente, sobretudo no reduto do bairro da Prainha, na Ruy Barbosa e na Dr. Machado, onde imperava o Boi Pintadinho, garboso, ao comando do Floriano, o “dançarino do vento”, denominação carinhosa do compositor Wander de Andrade ao amo cantador de saudosa lembrança, mais conhecido por Florí.          Por essa época, existiu também a primeira tentativa de Escola de Samba, a “Portela”, tinha a liderança do Antônio, filho do Famoso Pé de Arpão. O bairro da Prainha sempre foi um caldeirão de personagens ligados á cultura popular, legado herdado nos dias atuais pelo Bloco Serra da Escama, que desponta toda sexta-feira de carnaval pelas ladeiras de Óbidos.          O Clube social ARP (Assembleia Recreativa Pauxis) vivia o auge…
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Ter, 17 de Janeiro de 2017 10:26

AS ARIRAMBAS DO PINGO D’ÁGUA

Escrito por Haroldo Figueira
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Quando eu era criança, um dos meus passatempos favoritos consistia em vagabundear com os meus amigos pela orla que vai do Porto de Cima ao Geretepaua. Isso em época de vazante do Rio Amazonas, já que, em período de cheia, a caminhada se tornava impraticável. Insistir em fazer o percurso implicava passar por trechos alagados, arriscando-se a levar ferroadas de arraia, descargas elétricas de poraquês ou cair em peraus traiçoeiros. A meio caminho do trajeto fica o Pingo D’Água, um dos locais obidenses cuja imagem guardo carinhosamente. Para quem não é nativo ou ainda não visitou a cidade, refiro-me a uma escarpa íngreme, de tabatinga, que mede mais ou menos 20 metros e se ergue até as imediações do planalto onde se assenta o velho cemitério São João Batista. Faz parte das chamadas terras firmes, como é conhecida a faixa de território amazônico, não sujeita a inundações, que margeia pelo…
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Qui, 12 de Janeiro de 2017 09:42

Obrigado Belém

Escrito por Aristides Dias
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                             Era janeiro de 1979 quando pisei definitivamente em solo belenense. Ainda adolescente, entrei numa aventura (sem querer), num regatão que saiu de Óbidos, minha cidade, até Belém. Na bagagem parte de alguns móveis da casa onde morava na minha querida Óbidos, pois era a viagem da mudança e até o cachorro “juba” me acompanhou. A partir de então minha rotinha seria outra, o futebol, bicicletas entre outras diversões de um adolescente do interior ficaram para trás e o porto seguro passou a se chamar Belém do Grão Pará. Sem conhecer a selva de pedra, aportei em um das dezenas de porto que tem a capital, peguei um taxi, com o cachorro de companhia, li o endereço que levava anotado num papel e com a companhia de Deus cheguei à Rua Padre Prudêncio 692, centro de Belém. Eu era o último que faltava, meus dez irmãos já estavam na capital…
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Qua, 21 de Dezembro de 2016 18:05

BREVE REFLEXÃO SOBRE O NATAL

Escrito por Haroldo Figueira
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Chegou dezembro. Estamos, novamente, no período do Natal. Nessa época do ano, sentindo-se como que tocadas pela mística que cerca as celebrações do nascimento de Jesus, as pessoas abandonam momentamente os casulos individualistas em que se refugiam no restante do ano e deixam-se contagiar pelo louvável desejo de confraternizar.Um clima de congraçamento inspirado nas pregações de amor ao próximo legadas pelo ilustre aniversariante do mês toma conta da humanidade. De repente, quase todos, uns de modo mais contido e limitado, alguns com mais intensidade e abrangência, passam a prestar atenção no outro, a vê-lo com interesse e não com indiferença, a tratá-lo como semelhante e não como alguém estranho.É tempo de reunir a família, os amigos, os colegas; também de trocar presentes, cumprimentos, votos de paz e felicidade. É tempo de fazer valer a tradição das ceias com comidas típicas, das casas iluminadas e caprichosamente decoradas, das brincadeiras de amigo…
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